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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

ATIVIDADES DE VOLTA ÀS AULAS,QUE ESCOLA QUEREMOS, ALFABETIZAÇÃO PARA IMPRIMIR E COLORIR

É tempo de iniciar mais um ano letivo. Tempo de reflexões, planejamentos, reuniões,expectativas e de mudanças. Todas as atividades sobre Volta às aulas, clique aqui...

Formar palavras volta às aulas      Que escola queremos
PALAVRAS FORMADAS:
VOTA - LOTA - TALO - VALA - VASO - TOLA - SALA- LUA - SUA - TUA - VOA - SOA - LATA - ASA - ALA - AU - SOL - ALTO - SALTO - VOLTA - LUTA - AULA - SAL - TALA - SOLA - ATLAS-
QUE ESCOLA QUEREMOS?

A proposta pedagógica é o caminho para definir objetivos - e meios para atingi-los.

A elaboração da proposta, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases, é incumbência do corpo docente. "Esse é um dos pontos altos da profissão", afirma Carlos Roberto Jamil Cury, presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação. "É o momento de resguardar o saber professional e pedagógico." Ao propor ações que dêem respostas às necessidades e aos anseios da comunidade escolar, define-se o perfil, o jeito, a marca. Um trabalho capaz de atender às exigências de todos — respeitando, obviamente, as responsabilidades de cada um. Quer um exemplo? Em conjunto, pais, professores, funcionários e direção podem estabelecer um determinado rumo. São os educadores que têm a obrigação de encontrar os caminhos para ensinar os alunos a chegar a esse objetivo. Foi o que aconteceu na Escola Estadual Maciel Pinheiro, no Recife. Confira sua história. 

Juntos contra a violência

Por meio de um projeto voltado para elevar a auto-estima dos alunos, o espírito de solidariedade, o respeito às diferenças e o fortalecimento das relações interpessoais.Outra mudança importante foi implantada: os estudantes começaram a eleger representantes de classe, que participam de reuniões mensais em que apresentam reivindicações e sugestões. "No momento em que passamos a dar respostas às suas ansiedades, eles passaram a se relacionar com a escola de um jeito mais saudável", comemora Maria Lúcia. 

Avaliação diagnóstica
Para determinar as necessidades dos alunos, o primeiro passo é avaliar o que eles já sabem. Uma análise criteriosa dos resultados obtidos ao longo do ano recém-terminado ajuda a enxergar o que funcionou — e o que não surtiu o efeito desejado. Mas isso não basta. A boa proposta pedagógica requer um verdadeiro diagnóstico da realidade da escola — como são suas práticas, de que forma é organizada, quais são os recursos de que dispõe — e, igualmente importante, da comunidade. "Quando conhecemos a história de nossos alunos, identificamos seus saberes", explica Delvana. 
Vários nomes, um só sentido 

Reuniões de planejamento para montagem da proposta pedagógica não é mais novidade. Tanto que, dependendo do lugar, elas mudam até de nome. Os mais comuns são projeto pedagógico e projeto político-pedagógico. 

Se o nome varia, o sentido desses encontros é o mesmo: definir"a cara da escola" e como a equipe vai atuar para que as metas sejam atingidas. "O essencial é o caráter coletivo, o princípio de traduzir as diretrizes curriculares para a realidade específica de cada colégio", explica Carlos Roberto Jamil Cury, presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação. Na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 1996, a expressão que prevalece é "proposta pedagógica". 

O nome "projeto pedagógico" aparece apenas uma vez. "Não vejo diferença entre ambos", afirma Cury. "Proposta pedagógica e projeto político-pedagógico são expressões que remetem ao básico da educação: o planejamento da ação escolar", completa a professora Elisa Pereira Gonsalves, da Universidade Federal de São Carlos. Apesar de a LDB não usar "projeto político-pedagógico", municípios e estados popularizaram a expressão. Ela já era usada, antes da lei, para evidenciar o caráter não-neutro da educação. 

"A inserção da palavra ‘político’ é redundante e só serve para enfatizar os aspectos da cidadania por analogia ao conceito aristotélico do homem como ‘animal político’, que participa dos destinos da cidade", explica Cury. Lisete Arelaro, da Universidade de São Paulo, usa Paulo Freire para defender o termo. "Todo ato pedagógico é político, porque implica opções. 

E, na hora do planejamento, somos obrigados a escolher que tipo de cidadão a escola quer formar." Já o Plano de Desenvolvimento da Escola é mais abrangente. Além da proposta pedagógica, ele inclui um processo gerencial. 

O PDE define o que é a escola, quais são suas metas e de que modo se pretende atingi-las — além de determinar de onde virão os recursos para isso.

FONTE:http://acervo.novaescola.org.br/formacao/escola-queremos-424772.shtml

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